Registro do processo de trabalho de docentes da rede pública, estudantes e pesquisadores de artes visuais: - Investigação de procedimentos fotográficos históricos e artesanais em relação com o ensino da arte; / - Reflexão sobre a relação entre processo educativo, fotografia, arte, tecnologia e produção e circulação da imagem fotográfica na contemporaneidade; / - Expressão artística do grupo.

Percurso de trabalho relatado pelos bolsistas: 2018 - Fernando de Sousa Rodrigues (EBA/PIBIC/Coordenação), Daniela Schmidt Castro (EBA/Profaex), Gabriel Amorim Ribeiro (Letras/Profaex), Rafael (EBA/PIBIAC), Isabel (Letras/PIBIAC), Alice Branquinho (CAp/PIBIC-EM), Isabela Magalhães (CAp/PIBIC-EM) / 2017 - Fernando de Sousa Rodrigues (PIBIC), Romulo Andrade de Oliveira (PIBIAC), Luiz Henrique Duarte (PIBIAC), Myllena Araujo (PIBEX), Ramon de Oliveira Fonseca Filho (PIBIC-EM). / 2016 - Alineleni Yuma, Fernanda Almeida (PIBIC-EM), Fernando de Sousa Rodrigues (PIBIAC), Luiz Henrique Duarte (PIBIAC), Myllena Araújo (PIBEX Especial), Ramon de Oliveira Fonseca Filho (PIBIC-EM), Ricardo Kranen (FAU/PIBIC), Thiago Ortiz / 2015 - Alineleni Yuma (PIBIC), Barbara Borges (DireçãoTeatral/PIBIAC), Fernanda Almeida (PIBIC-EM), Fernando de Souza Rodrigues (PIBIAC), Luiz Henrique Duarte (PIBIAC), Myllena Araújo (PIBIAC), Ricardo Kranen (FAU/PIBIAC), Thiago Ortiz (PIBIAC) / 2014 - Alineleni Yuma (PIBIC), Maytê Lyrio, Quesia Alves, Rafael Ribeiro (PIBIAC) / 2013 - Fabricio Delesderrier (PIBEX), Ester de Barros, Leandro Farias, Maytê Lyrio e Thayssa Conti (PIBIAC).

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

30/10 Sexto encontro, apresentação das primeiras experimentações em cianotipia





        No nosso sexto encontro, o grupo continuou desenvolvendo experimentações com a técnica de cianotipia. Na primeira parte do nosso encontro os cursistas apresentaram seus primeiros trabalhos e receberam orientação para o desenvolvimento dos mesmos.











quinta-feira, 17 de outubro de 2019

16/10 Quinto Encontro, Introdução a técnica da cianotipia







      No nosso encontro do dia 16/10 finalmente apresentamos a técnica de impressão fotográfica na qual permaneceremos investigando seu uso até o fim do nosso semestre.
A técnica é a cianotipia, foi descoberta no séc XIX pelo cientista John Herschel, ela é um processo baseado em sais de ferro e não em sais de prata, o que a torna um processo mais simples, versátil e barato.
Para produzir é necessário 2 soluções, são elas: citrato férrico amoniacal ( de preferência o verde) mas existe o marrom que também funciona. E, o Ferricianeto de Potássio.

Receitinha que fizemos:
25g de Citrato Férrico Amoniacal p/ 100ml de água destilada ou filtrada.
+ 10g de ferricianeto de potássio p/ 100ml de água.

Quando ambas soluções se misturam, a fórmula se torna fotossensível, podendo ser aplicada em superfícies como o papel ( de preferência com gramatura alta), pois ela usa a água para ser revelada, madeira, cerâmica, etc...

#investigacoesfotograficas








quinta-feira, 10 de outubro de 2019

09/10 Quarto encontro, resultado das antotipias e Lumem Print




      No nosso quarto encontro tivemos apresentação dos resultados das antotipias produzidas pelos cursistas.
Obtivemos lindos resultados.

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Em um primeiro momento analisamos os resultados das antotipias.





         Em um segundo momento aprendemos e experimentamos a técnica Lumem Print que remete aos primeiros processos fotográficos ( desenhos fotogênicos) de Fox Talbot.

*LUMEN PRINT ( impressão de luz) é tão antigo quanto a própria fotografia. Sua origem está nas primeiras experiências com fotogramas feitas por Talbot, 1830, onde objetos eram colocados sobre papeis sensibilizados que, uma vez expostos a luz, mostravam os contornos, mais ou menos translúcidos, dos mesmos.  

Para produzir precisamos de papel fotográfico preto e branco ( podem usar papéis vencidos) + fixador fotográfico + placa de vidro para expor à luz ou mesa de luz UV como a que utilizamos.

Dependendo do papel a cor pode variar e também por conta do tempo de exposição o resultado pode não ser sempre o mesmo.










quarta-feira, 14 de novembro de 2018

2018 ENCONTRO 12 - Curso de Extensão Investigações Fotográficas

Neste encontro, contamos com a participação do Thiago Fernandes que apresentou a sua tese, "Transito sobre o espaço urbano e o espaço expositivo", sobre o artista Guga Ferraz. 


Imagem de um céu colado foi intervenção temporária do artista no viaduto Paulo de Frontin, no Rio Comprido, RJ.


Guga Ferraz, artista carioca formado pela Escola de Belas Artes - EBA/UFRJ, utiliza da arte urbana para interagir com os transeuntes/as pessoas sobre dilemas do cotidiano ao abordar temas como a violência urbana, as relações entre indivíduo e cidade e a própria cidade com lugar. O artista utiliza diversas técnicas como o grafite, esculturas e a colagem de lambe-lambe pela cidade. O seu trabalho serviu também como inspiração para a intervenção na cidade realizada pelos cursistas em 2018.2.

Foram apresentados alguns de seus trabalhos, como por exemplo a intervenção do artista em algumas placas de ônibus para que esses parecessem ônibus incendiados, visando também retratar zonas de violência. Sobre o desenho do próprio ônibus, ele adicionava um outro desenho, de fogo, por cima, deixando a aparência do veículo como se estivesse em chamas da seguinte forma:




Em seguida, também se destacou "Cidade Dormitório": instalação de um grande "beliche" de oito andares que esteve na parede da Galeria Gentil Carioca, no centro do Rio de Janeiro. 



Link disponível para tese do Thiago sobre o artista Guga Ferraz "Transito entre espaço urbano e espaço expositivo": 
https://www.academia.edu/35756128/Guga_Ferraz_trânsitos_entre_espaço_urbano_e_espaços_expositivos

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

2018 ENCONTROS 9 E 10 - Curso de Extensão Investigações Fotográficas

No dia 24 de outubro, nosso nono encontro do curso os cursistas puderam iniciar a discussao das ideias propostas de intervenções: pensar a cabine, uma proposta que envolvesse as fake news (levantar o questionamento será que o que compartilhamos nas redes sociais é sempre verdade?), como a pessoa que está circulando pelo espaço está se sentindo, entre outras. 
  • De que forma pode se possibilitar diferentes interpretações de uma mesma imagem? Pudemos pensar também: quais são os processos criativos que se desencadeiam nessa criação e desenvolvimento de uma intervenção fotográfica no espaço urbano
Em um dos grupos de trabalho por exemplo, foi definido aos participantes entre si, abordar pessoas nas ruas e procurar saber "O que voce não quer que desapareça no Brasil?". Consultando o nome, a idade e a ocupação da pessoa. Foi pensado também um trabalho envolvendo imagens importantes do Brasil do Século XX, possibilitando novas interpretações relacionando essa material com novas imagens e textos.

No próximo encontro, no dia 31 de outubro, continuamos esse processo de pensar a intervenção no espaço. Uma proposta foi utilizar de imagens famosas e desconstrui-las, destruí-las, atribuindo a esse resultado um novo significado. Nesse contexto, estudamos também de que forma aproveitar elementos que já estariam presentes no espaço urbano onde vamos intervir e pensamos também em ressignificar imagens/retratos de figuras brasileiras famosas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

2018 ENCONTRO 8 - Curso de Extensão Investigações Fotográficas

Neste encontro, os cursistas se dedicaram a pensar a proposta de trabalho de encerramento do Curso de Extensão Investigações Fotográficas, com base nos artistas abordados em sala anteriormente e o tema da Arte Urbana. A partir deste encontro foram definidos o conteúdo e a forma que teria  a Intervenção na Cidade, bem como o objetivo que esta intervenção buscaria atingir. 

Inspirado nos trabalhos de Agnes Varda e JR, Dirceu Maués e outros artistas, a turma foi divida em grupos para debater os principais temas que dialogavam com o cotidiano e a atualidade, como a imagem efêmera, tempo, memória, resistência, esquecimento, reflexo, etc. 





quarta-feira, 26 de setembro de 2018

2018 ENCONTRO 6 - Curso de Extensão Investigações Fotográficas

 No último encontro os cursistas produziram as pinholes de caixa de fósforo inspirado no trabalho do Dirceu Maues.
 Nesse sexto encontro discutimos o texto - Do peso a leveza da paisagem, e apresentamos a obra do artista.
( link p/ assistir duas de suas obras: "Feito poeira ao vento": https://www.youtube.com/watch?v=7iqFdY5vD8c  
e "Inversões na paisagem": https://www.youtube.com/watch?v=D_YRXJKeNDA

Sugerimos uma entrevista do próprio Dirceu onde ele apresenta sua produção de forma cronológica: https://www.youtube.com/watch?v=hBNA8ROfE7Q&t=1927s&pbjreload=10


Imagem do filme Ver o Peso pelo Furo da Agulha de Dirceu Maues